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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Nem puta nem santa

Nem puta nem santa
Nem pura nem profana
Liberta de mim, liberta de julgamento, encontro o meu uivo, o meu cheiro, a minha sexualidade
Percebo-me como fêmea, dona de minhas vontades, e dona do meu instinto.
Não procuro sabe o que os outros acham quem eu sou, procuro saber quem eu acho que eu sou
Escuto, me calo, e dentro de mim o Vulcão acende para sua erupição
Descerei ao meu submundo quantas vezes for necessario, ate me mostrarei submissa para encontrar a minha força. Mas quando subo, renasço das cinzas e mostro a mim mesma que dos espinhos colho as rosas, das palavas o ouro, e das ofensas a minha fortaleza para descobrir-me 
Vivo meu sexo, não escondo meus desejos e me mostro por inteira.
Se quer estar ao meu lado, aceite-me como Eu Sou e mostrarei a ti o melhor de mim
Carol Shanti


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