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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Por que você está chorando?

Um filho vendo a mãe chorar,pergunta!
Por que você está chorando?

_ Porque eu sou mãe , ela respondeu.
Eu não entendi , ele disse.
Ela apenas o abraçou e sussurrou:
_Você nunca entenderá .

Mais tarde o menino perguntou ao pai
porque as mães parecem
chorar sem nenhuma aparente razão.
Todas as mães choram sem motivo ,
foi o que o pai conseguiu responder.

O menino cresceu, tornou-se um homem
e ainda tentava entender porque mães
volta e meia estão chorando.
                                                                           
Após muitos anos, já em avançada idade,
ele deixou o mundo.
Quando sua alma viu-se frente a frente
com Deus, logo disse:
Senhor, nunca entendi porque mães
choram tão facilmente

Disse Deus:

Quando eu criei as mães
tinha que ser algo especial.
Eu fiz seus ombros fortes o suficiente
para carregar o peso do mundo
e, ainda, suficientemente
confortáveis para dar apoio.

Eu dei a elas a força para
a hora do nascimento dos filhos
e para suportar a rejeição
que tantas vezes vem deles.

Eu dei a elas a fibra que permite
a continuação da luta
quando todos à sua volta já desistiram.

Dei-lhes a perseverança em proteger
a família por entre doenças e tristezas
sem jamais desistir de amar.

Dei-lhes a sensibilidade para amar seus filhos
diante de quaisquer circunstâncias,
mesmo que eles a tenham
magoado profundamente.

Essa mesma sensibilidade
as ajuda a silenciar
o chorinho dos seus bebês,
fazendo com que se acalmem e,
quando adolescentes,
que compartilhem com ela
suas ansiedades e medos.

... E, finalmente,
dei-lhes a lágrima para derramarem
sem nenhuma razão aparente.
É sua única fraqueza.

Por que fiz isso?
Para não diferenciá-las por completo
do restante da espécie humana .

Não é demais relembrar...VACINE SE

Neste inverno não deixe que a gripe o apanhe desprevenido. Contacte o seu Centro de Saúde e vacine-se de outubro até final do inverno. Apesar de ser uma doença, habitualmente benigna, a gripe pode provocar complicações graves.
Se tiver mais de 65 anos ou conviver com familiares/amigos/vizinhos com 65 ou mais anos saiba que a vacina contra a gripe é gratuita nos centros de saúde.
Não necessita de receita médica, nem de guia de tratamento e não paga taxa moderadora.

A recusa à escola: sintomas e motivos



A recusa à escola: sintomas e motivos
Tudo corre bem quando colocamos o nosso filho carro os deixamos na escola ou jardim-escola e o vemos mal dizer adeus, para correr para os amigos ou professores. Ele está feliz, nós ficamos tranquilos, o dia corre melhor e à uma sensação de que ele está em segurança e bem.
Por outro lado, quando o nosso filho não quer ir à escola, quando as manhãs começam a ser um problema, há maior ansiedade para ele e para nós, o dia já não corre tão bem e é claro que alguma coisa tem de estar errada.

Falamos de recusa à escola, que se pode manifestar no seu filho de várias formas:

• Não quero! Se tiver “sorte”, a criança dirá explicitamente que não quer ir à escola, poderá chorar e encontrar uma série estratégias e até mesmo explicar-lhe o porquê. Pode acontecer subitamente ou gradualmente, dias em que é mais difícil leva-lo para a escola, outros em que não há este discurso de recusa.
• Sinais escondidos. Outras crianças começam gradualmente a alterar o seucomportamento em relação à escola, começando a demorar mais de manhã, a referir pontos negativos para não ter de ir para a escola ou a procurar outras atividades, como por exemplo, ficar em casa dos avós.
• O corpo dá sinal. Por outro lado, muitas crianças não sabem sinalizar esta dificuldade e é o corpo que se manifesta com dores de barriga, vómitos, diarreia, dores de cabeça ou febre associados aos dias em que há escola, por exemplo de manhã ou domingo à noite, antecipando o início da semana. É possível que o seu filho não lhe consiga explicar o que se passa e que a única consciência que tenha, seja do mal-estar físico.
• Ansiedade. Por vezes, a criança manifesta claramente medo de ir para a escola e fica muito ansiosa com essa possibilidade sentindo falta de ar, mal-estar físico, choro…

Mas estes são só os sintomas, é importante compreender também o que está na base destes comportamentos. Apesar da criança recusar a escola, não podemos esquecer que a sua vida é muito mais que isso, o que torna as possíveis causas desta recusa muito mais variadas. Podemos apontar algumas:

A escola
No espaço escolar são variadíssimos os fatores que podem levar a criança a não querer voltar. Começamos pelo próprio ambiente da comunidade, escolar que pode não dar à criança a segurança que necessita, existindo frequentemente situações de violência (que mesmo não relacionadas diretamente com a criança, podem ter impacto na forma como esta se sente dentro da escola), ou um ambiente de competitividade dentro da própria escola.
Existe também a relação com os colegas que pode ser determinante no gosto de ir para a escola e uma pequena briga com o melhor amigo pode ter um impacto passageiro, até situações de agressividade mais grave, diretamente relacionadas com a criança.
Para além disto, podem também existir experiências negativas (ou que a criança perceciona como negativas) com os professores, que podem diminuir a sua sensação de à vontade e segurança com estes ou o facto da exigência e desafios na sala de aula poderem fazer com que a criança não se sinta à altura para os alcançar. Quando a criança já tem várias disciplinas, nestes casos, podemos assistir a uma recusa isolada a uma única disciplina, onde estas dificuldades acontecem.
Finalmente, é importante estar atentos às alterações que ocorrem no campo escolar, desde uma alteração de escola, mudança de turma, de professor ou de outras alterações ambientais que dificultam a readaptação da criança.

A família
Outro campo onde pode estar a base do problema, pode ser a relação familiar e basta pensarmos na nossa vida, para percebermos que muitas vezes, questões pessoais têm interferência no nosso desempenho e motivação profissionais. Os nossos filhos também sentem isso. Assim a recusa à escola pode refletir problemas em casa, como a separação dos pais, má relação com irmãos, doenças ou perda de algum familiar, alteração da dinâmica familiar por existir um novo elemento (p.e. um irmão, um avô que vai lá para casa), um novo trabalho ou qualquer outra alteração que possa ter impacto nas crianças, mesmo que muitas vezes em casa ela possa não exibir qualquer sinal de que isso a perturbe.

A própria criança
De entre todas estas possíveis causas, não nos podemos esquecer da “cola”, porque é que isto aconteceu ao seu filho? Na maior parte das vezes, não basta existir a uma situação exterior à criança, é importante compreendermos que a criança tem já algumas caraterísticas que tornam mais vulnerável. Falamos de carateristicas como a timidez, maior ansiedade perante os outros ou situações de desempenho, maior sensibilidade a alterações de vida, dificuldade na compreensão e gestão de emoções negativas ou algum problema físico ou doença inerente.
Estes são fatores que devem ser tidos em conta, pois podem não ser a causa, mas o reforço do problema.

Estimado pai, mãe, tem agora algumas pistas fundamentais para compreender o que possa estar a acontecer com a criança que começou a recusar ir à escola, mas lembre-se que são pistas e não uma forma de o deixar mais preocupado. Lembre-se que o equilíbrio será a base para ajudar o seu filho, por um lado ver a realidade do seu filho, por outro, ser a força e apoio que ele precisa para resolver a situação, sem aumentar o seu medo ou desconforto!

Inês Custódio
Psicóloga Clínica
Oficina de Psicologia

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

e falando em laços....


Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço

Como é engraçado.
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço.
Uma fita dando voltas. Enrosca-se, mas não embola.
Vira, revira, circula e pronto, está dado o laço.
É assim que é o abraço (...)
Ah, então é assim o amor, a amizade, tudo que é sentimento.
Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho,
mas não pode se desfazer a qualquer hora,
deixando livre as duas bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga então se diz: romperam-se os laços.
Então o amor, a amizade são isso.
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço.
Mário Quintana

Silêncio tão alto

Banda de ouro

Silêncio tão alto
Não consigo ouvir os meus pensamentos
Gritando me impede de dormir
Estou cansada
Desvanecimento no esquecimento
Não posso fechar os meus olhos
Dói tanto lembrar
Uma vez querida e desejada
Consciências conflituosa
Obrigado a um
Uma banda de ouro minha prisão
Chamá-lo de dever ou covardia
Eu nunca pode deixar

Saudade do outro
Para ser amado e desejado novamente
Entendi
Satisfeito
Eu vou sempre estar livre dessas correntes?
Espero que me mantem vivo
Eu sonho de escapar
Para ser livre
O amor é tudo que eu preciso
Para ser sem grilhões
Mais uma vez em seus braços
Então e só então
Vai o silencio se calam

Giveaway - 4º Aniversário do Blogue Arco-íris na Cozinha

http://arcoirisnacozinha.blogspot.pt/2015/10/giveaway-4-aniversario-do-blogue.html


domingo, 1 de novembro de 2015

HISTÓRIA DO HALLOWEEN

HISTÓRIA DO HALLOWEEN
O Dia das Bruxas provavelmente surgiu na Europa, centenas de anos antes de Cristo. Originalmente, o Halloween era um ritual dos celtas, um povo que habitou a Grã-Bretanha e a França entre o ano 2000 e o ano 100 antes da era cristã. Para eles, a noite de 31 de Outubro, data da comemoração até hoje, indicava o início do Samhain, uma importante celebração que marcava três acontecimentos: o fim da colheita, o Ano-Novo celta e também o início do inverno, "a estação da escuridão e do frio", um período associado aos mortos. "No Halloween, segundo a mitologia desse povo, era possível entrar em contacto com o mundo dos desencarnados", diz a historiadora Clare Downham, da Escola de Estudos Celtas, na Irlanda. Como se pregava que esse contacto libertava todo tipo de espírito, as pessoas acreditavam que, durante aquela noite, fantasmas, demónios e fadas ficavam à solta.
Para representar este caos sobrenatural, os celtas fantasiavam-se com peles e cabeças de animais abatidos para o inverno. A crença nos espíritos também despertou outros costumes típicos da festa, como o uso de leite e comida (hoje substituídos por doces) para acalmar os visitantes do além. Outras tradições, porém, foram deixadas de lado, como o hábito de acender fogueiras para espantar os espíritos. Bem depois, no século 9, a festa foi influenciada pela expansão do cristianismo na Grã-Bretanha. Na tentativa de acabar com os festejos pagãos, o papa Gregório III consagrou o dia 1º de Novembro para a celebração de Todos os Santos. Surgiu daí a própria palavra Halloween, originada de all hallows eve, que em português quer dizer "véspera do dia de Todos os Santos". Finalmente, no século 20, o Halloween juntou ao seu caldeirão de influências a força da cultura dos filmes de terror, que hoje dão o tom da celebração tanto na Grã-Bretanha como nos Estados Unidos.
O NABO QUE AGORA É ABÓBORA
O símbolo mais conhecido da festa, a cara assustadora esculpida em abóboras, representa uma antiga lenda celta: Jack, um homem mesquinho condenado a vagar pela eternidade, pediu uma brasa ao demónio e colocou-a dentro de um nabo para iluminar o caminho. Com a imigração irlandesa para os Estados Unidos no século 19, este vegetal foi substituído. Como o nabo era difícil de ser encontrado na América, ele foi substituído pela abóbora acesa com uma vela, que ganhou o nome de Jack Lanterna.
A CHAMA RENOVADORA
Na Antiguidade, o fogo era o elemento mais importante do Halloween, que coincidia com o Ano-Novo dos celtas. Na noite da celebração, em 31 de Outubro, os druidas, sacerdotes desse povo, acendiam fogueiras para simbolizar a renovação das esperanças para o ano seguinte. No topo das montanhas, o fogo também servia para espantar os espíritos. Algumas festas mantêm tochas até hoje, mas apenas para decoração.