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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

a morte




Como explicar a morte às crianças

Falar sobre a morte com uma criança é algo que deixa sempre os pais aflitos pelo simples facto de quererem poupar os filhos a algo triste. Muitos pais evitam mesmo fazê-lo e, quando questionados pelos filhos, acabam por mudar de assunto. As crianças vêem a morte todos os dias, em todos os lados, na TV, nos livros.Se a criança levantou o assunto é porque algo a despertou para o mesmo, há uma curiosidade que não deve ser ignorada, mas sim aproveitada para explicar o que é a morte. Neste assunto, como em tantos outros, a criança não quer saber tudo, por isso é melhor perguntar-lhe o que gostaria de saber sobre a morte. Vai perceber quais podem ser as dúvidas que têm, sem sentir que terá de ter uma grande conversa sobre algo de que não lhe agrada nada falar.Falar sobre a morte permite aos pais perceber quais as dúvidas, preocupações, receios, ideias erradas que os filhos possam ter. Não falar do que nos assusta ou preocupa não é a melhor solução. As crianças percebem e, depois, com receio de entristecer os pais não perguntam.Contudo, ao responder às questões dos seus filhos vai também estar a prepará-los para o futuro, porque, ainda que não o queira admitir, mais cedo ou mais tarde pode acontecer entre aqueles com quem convive e o choque pode ser muito maior para a criança.Pode ser-lhe contudo útil perceber de que forma é que a criança vai absorvendo o conceito da morte em função da idade e isso pode igualmente ajudá-los a não estar tão ansiosos quando questionados sobre este assunto pela criança.Assim, podemos começar pelas crianças mais pequenas, entre os 3-5 anos. Para quem tem filhos desta idade vai perceber que eles de facto não compreendem o conceito da morte. Para estas crianças a pessoa “foi embora” e, por muito que custe aos pais, é normal perguntarem com frequência quando volta. Não nos podemos esquecer que muitas vezes os próprios desenhos animados que a criança vê neste idade os bonecos morrem e depois já estão outra vez vivos. Assim, para uma criança desta idade a  morte é algo impessoal, reversível e temporário.As crianças com 5-6 anos têm igualmente dificuldade em entender a morte como algo que acontece a todos, permanente e inevitável. Mesmo quando alguém próximo morre não entendem a morte como algo que lhes pode acontecer também.Também a forma de responder e lidar com a sensação de tristeza dos que os rodeiam varia de idade para  idade, sendo que as crianças mais pequenas podem regredir nalguns comportamentos. Há que estar atentos.Entre os 6 e os 10 anos, os miúdos já começam a ter uma melhor compreensão sobre o conceito da morte, têm noção de que todas as coisas vivas morrem, já é algo que vêem como  mais pessoal.À medida que progridem até à adolescência, os jovens começam a questionar-se sobre a morte, a tentar perceber o seu significado. Nesta fase, há uma tendência para filosofar sobre  as questões da vida a da morte. Muitos adolescentes reagem ao seu medo da morte tomando riscos desnecessários, como uma espécie de desafio. Muitas vezes vêm isto como uma forma de controlar a sua própria mortalidade.Como explicar a morte às crianças?
Tente não fugir às perguntas; diga sempre a verdade; dê respostas breves e simples (quando alguém morre o corpo deixa de funcionar, não come, não dorme, mas também já não tem dores).
Expresse as suas emoçõesÉ importante explicar que os adultos às vezes precisam de chorar porque se sentem tristes e com saudades de quem morreu, e não há problema por isso.
As crianças apanham facilmente a sua mudança de humor e percebem que algo não está bem. Não tente esconder, pois ao fazê-lo só lhe está a criar mais angústia.
Há coisas que deve evitar dizer, como: está a descansar, está num sono eterno, foi-se embora.
Isto numa criança só vai servir para lhe criar medos de que um dia o pai ou a mãe não apareçam, ou mesmo de ter medo de ir dormir e não acordar.

O que para os adultos faz todo o sentido, não faz da mesma forma para a criança que tem a sua própria forma de interpretar o que lhe é dado. Daí a necessidade de ser o mais claro possível.
Por vezes a criança faz uma pergunta que pode perturbar os pais, pode parecer mesmo insensível, e que é “quando é que tu (pai, mãe, avós) vais morrer?”
Não se pode esquecer que as crianças pequenas vêem a morte como algo temporário, mas percebem que a morte pode significar a separação dos pais, avós, dos que ama, e isso deixa-os apreensivos.
O que na realidade a criança quer saber é se vai estar lá para cuidar dela. E deve dizer-lhe exactamente isso, que vai cuidar dela ainda durante muito tempo.
As reacções da criançaA criança pode sentir-se triste, mas também muito chateada ou culpada.  Por vezes, sente que por que se portou mal aconteceu algo de mal a quem ama. É importante que ela sinta que, de facto, nada do que fez ou disse levou à morte de alguém.A criança pode também regredir (nomeadamente voltar a chuchar no dedo, na chupeta,etc), pode tornar-se demasiado dependente ou simplesmente ficar muito activa porque não sabe lidar com a sua dor.É importante que deixe a criança decidir como faz o seu luto. Ela pode chorar ou não.É importante que mantenha as rotinas, quanto mais depressa o fizer melhor para a criança. As rotinas dão às crianças uma sensação de segurança muito importante depois de um acontecimento marcante.Uma questão que preocupa muito os pais é o funeral, deve ou não a criança participar. É importante perceber que aquilo que se aplica aos adultos também pode aplicar-se às crianças, ou seja, o funeral é um momento de despedida e por isso a criança deve ter oportunidade de ser questionada se quer ou não despedir-se de quem morreu.Claro que para crianças pequenas, até aos 6-7 anos, será melhor os pais ajuizarem da necessidade destas se despedirem ou não de quem morreu, isto claro sempre no caso de pessoas muito próximas. A partir desta idade pode perguntar à criança o que gostaria de fazer. Nenhuma criança deve ser obrigada a ir a um funeral se não é essa a sua vontade.Igualmente importante é antecipar aquilo que a criança vai ver no local onde se desenrola o funeral. Explicar os rituais que envolve, de uma forma simples, para não ser um choque. Devem igualmente ser evitados os momentos em que esteja demasiada gente. Procure um momento mais calmo para a criança poder absorver o momento sem se sentir pressionada por todo o ambiente pesado habitual nestas ocasiões.Falar de algo tão complexo como a morte com as crianças pode tornar-se muito desconfortável quando sentimos que não temos todas as respostas.  Em especial as crianças mais pequenas esperam que os pais saibam tudo, só que acontece que este é um assunto com o qual mesmo os adultos têm dificuldade de lidar.Para isso, basta aproveitar as oportunidades que vão surgindo, quer no dia a dia, por exemplo com um pássaro morto, uma mosca, até aos filmes de banda desenhada que as crianças vêem, nomeadamente o  “Rei Leão”, que aborda o ciclo da vida, acabando por ter também a morte por tema.Não complique, mantenha as coisas simples, mas sempre o mais verdadeiras possíveis. Vai sentir-se melhor e vai dar a confiança necessária ao seu filho
Por uma tela os conheci...
Aprendi a amar, rir e a chorar.
Aprendi a acreditar, pois deles si posso "ver" os sentimentos.
Aprendi a gostar de saber a cor o credo a classe social ou algo mais. Coisas típicas de nossa sociedade material.
Dou um pouco de mim um pouco de tempo e ate de trabalho também.
Mas recebeu muito mais.
Recebeu calor humano, carinho e amor de pessoas que talvez sem a NET nem imaginasse existir.
Por força do hábito chamo de amigos.
Virtuais? Que nada!
São tão reais quanto eu...
Ha quem me dera o mundo aprendesse essa lição, aprendesse a gostar sem julgar, sem buscar fatores externos ao amor e a compreenção.
Obrigado por vocês existirem.
Obrigada por serem simplesmente quem são

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Confesso

Confesso
Confesso que seu toque é um fogo que invade minha alma, meu corpo todo estremece.
Preciso falar mais ?
Acontece, amor, que nem consigo dormir direito.
Meus sonhos são agitados e você ma aparece a todo instante. Parece uma loucura, uma loucura gostosa, que me faz feliz. Minha vontade , amor, é que ficássemos eternamente juntos, vivendo toda a felicidade do mundo, cada qual participando da vida do outro. Na vida e na morte. Além de tudo, além desta vida.

Amor de loucura, amor para todo o sempre. Confesso que estou apaixonado . A cada passo que dou , parece que vejo sua imagem diante de mim. Tudo por causa de meu coração em delírio, um estado de quase alucinação , quase loucura. Loucura de amor .

( Autor desconhecido)

20 dicas dos filhos para os seus pais


20 dicas dos filhos para os seus pais

pais
A revista “The Message Internacional” publicou, nos anos 90, um texto que mostra o que todos os filhos precisam que os pais saibam para que cresçam felizes.
“Memorando de um filho aos pais
Queridos mãe e pai:
  1. Não me estraguem com mimos. Eu sei perfeitamente que não vou receber tudo aquilo que peço. Estou apenas a testar-vos.
  2.  Não se inibam de ser firmes comigo. Eu prefiro, dá-me segurança.
  3.    Não me deixem criar maus hábitos. Eu confio em vocês para os detectarem atempadamente.
  4. Não me façam sentir mais pequeno que sou. Isso faz com que me comporte de uma forma “estupidamente adulta”
  5. Se for possível, não me corrijam à frente das outras pessoas. Prestarei mais atenção se falarem comigo calmamente e em privado.
  6.  Não tratem os meus erros como se fossem pecados. Isso altera o meu sentido de valores.
  7. Não me protejam de consequências. Às vezes preciso de aprender da maneira mais dolorosa.
  8. Não se preocupem quando eu digo “Odeio-te”. Eu não vos odeio, apenas odeio o poder que têm de me fazer sentir frustrado.
  9. Não dêem muita importância às minhas pequenas queixas. Às vezes fazem com que consiga a atenção que preciso.
  10. Não sejam chatos. Se forem vou ter de me proteger e fingir que sou surdo.
  11. Não se esqueçam que eu não me consigo explicar da forma que queria. Por isso é que nem sempre sou explícito no que digo.
  12. Não me ignorem quando faço perguntas. Se o fizerem, vão perceber que ou deixar de vos perguntar, e começar a procurar informação noutro sítio.
  13. Não sejam inconsistentes. Confunde-me e faz-me perder a fé em vocês.
  14. Não me digam que os meus medos são ridículos. Para mim são reais e vocês podem fazer muito para me tranquilizar, se tentarem percebê-los.
  15. Nunca sugiram que são perfeitos e infalíveis. Quando descubro que nem uma coisa nem outra são verdade, fico magoado e desiludido.
  16. Nunca pensem que pedir-me desculpas os torna menos dignos. Um pedido de desculpas sincero vai-me fazer sentir muito mais próximo de vocês.
  17. Não se esqueçam que gosto de experimentar coisas. E não consigo fazê-lo sem o vosso apoio. Envolvam-se e criem limites.
  18. Não se esqueçam que eu estou a crescer a uma velocidade incrível. Eu sei que deve ser difícil acompanhar o ritmo, mas por favor, tentem.
  19. Não se esqueçam que eu não consigo crescer sem muito amor e compreensão… mas não preciso de vos dizer, pois não?
  20. Por favor, cuidem de vocês. Mantenham-se saudáveis e em segurança. Eu adoro-vos e preciso de vocês.”

25 formas de perguntar “como correu a escola?”

25 formas de perguntar “como correu a escola?”A pergunta pode afastar os filhos e os pais obtêm respostas como "bem" ou "normal". Resultado: ficam sem saber nada. Eis um guia com 25 perguntas para ficar a saber tudo sobre como correu o dia.

Pais e mães. Todos diferentes, mas todos com problemas semelhantes. Se os seus filhos já estão na escola, é provável que já se tenha deparado com respostas vazias e pouco consistentes quando lhes pergunta como correu a escola. 
Um distraído “bem”, “fixe” ou “normal” são respostas que não contêm informação sobre o dia da criança. 
E é esta falta de conhecimento que alarma os progenitores.
A pensar nesta lacuna, uma mãe natural de Omaha, EUA, criou um manual com 25 perguntas que permitem arrancar mais facilmente pormenores e histórias que preencheram o dia dos filhos, mas não só. Há perguntas específicas sobre a relação com os colegas e com a professora, sobre os momentos mais divertidos e mais tristes e sobre as brincadeiras no intervalo. Tem um papel e uma caneta à mão?
1. Qual foi a melhor coisa que aconteceu hoje na escola? E a pior?
2. Conta-me algo que te tenha divertido hoje.
3. Se pudesses escolher, sentavas-te ao pé de quem na sala? E quem é que não queres que se sente ao pé de ti?
4. Qual é o sítio que mais gostas na escola?
5. Diz-me uma palavra esquisita que ouviste hoje.
6. Se eu telefonasse agora à tua professora, o que é que ela me ia dizer sobre ti?
7. Ajudaste alguém a fazer alguma coisa hoje?
8. Alguém te ajudou a fazer alguma coisa hoje?
9. Diz-me uma coisa que tenhas aprendido hoje.
10. Qual foi o momento mais giro de hoje?
11. O que é que te chateou hoje?
12. Se um extraterrestre entrasse na sala e pudesse levar alguém com ele para fora dali, quem é que querias que fosse?
13. Com quem é que gostavas de brincar no intervalo que ainda não brincaste?
14. Diz-me uma coisa boa que tenha acontecido hoje.
15. Que palavra é que a tua professora te ensinou hoje?
16. O que é que achas que devias fazer ou aprender mais na escola?
17. O que é que achas que devias fazer menos na escola?
18. Na tua sala, com quem é que achas que podias ser mais simpático/a?
19. Em que sítio é que costumas brincar quando estão no intervalo?
20. Quem é a pessoa mais engraçada na tua sala? Porquê?
21. O que é que gostaste mais no almoço de hoje?
22. Se amanhã fosses tu a professora, o que é que mudavas?
23. Há alguém na tua sala que está a precisar de descansar?
24. Se pudesses trocar de lugar com alguém, com quem é que trocavas?
25. Diz-me três vezes em que tenhas usado o lápis hoje.

Oração Matinal

Oração Matinal



Senhor,

Venho diante de ti, com muita humildade, agradecer e reconhecer todos os benefícios recebidos até o dia de hoje;
agradecer pela noite transcorrida e durante a qual me foi permitido, ainda que sem consciência disso, ir ter com os meus amigos, com os meus guias, para haurir, no contato com eles, mais força e perseverança . Diante da minha fraqueza , suplico-lhe amparo, indulgência e misericórdia. Rogo-lhe que me conceda , os bens mais preciosos da paciência, da coragem , da fé, da melhoria moral, da bondade, da caridade, da melhoria espiritual . Que eu seja , um grande imã receptor e transmissor de todas às coisas boas do Universo. Sede bendito, meu Pai...
Perdoai-me, meu Deus, pois pequei, tanto nessa existência como em outras, dai-me forças para não falir de novo e coragem para a reparação das minhas faltas.
Obrigado, obrigado, obrigado.
Muito obrigado
Senhor.

domingo, 31 de agosto de 2014

Tá na hora ;-)


Seja solidário e faça o bem para os outros e para você mesmo!

Coisas que você precisa saber antes de fazer uma doação
Fazer caridade não é simplesmente assinar um cheque e entregá-lo a uma entidade beneficente. Para que seu ato seja eficaz, é preciso participar.
Veja 11 itens mais importantes a serem considerados para que você não jogue seu dinheiro fora e realmente ajude quem precisa.
 1) Aprenda com os erros dos outros
Se você não tem experiência no assunto, vá com calma. Afinal, ninguém quer ver seu dinheiro escorrer pelo ralo. Primeiro, aproxime-se de quem já está habituado a fazer doações, como amigos, vizinhos ou representantes da comunidade. Aprenda como essas pessoas executam as contribuições. Tire suas dúvidas, peça dicas, questione, discuta vantagens e desvantagens, "Esse primeiro contato é muito importante, porque, com ele, você poderá evitar enganos que já foram cometidos pelos outros", afirma Léo Voigt, do Gife.
2) Defina a área que mais precisa de sua ajuda
Você já pensou em ajudar crianças e adolescentes carentes? Ou, então, em contribuir com projetos de recuperação do meio ambiente? Que tal bancar parte do tratamento de doentes de câncer? Todas essas áreas precisam muito de ajuda, mas você deve escolher uma. Essa decisão é resultado de sua própria reflexão. Se optar por mais de uma área, tenha cuidado para não se perder em meio a vários projetos e objetivos diferentes.
3) Em que região deve estar localizada a entidade beneficiada?
O próximo passo é a escolha da área geográfica. Muitas pessoas preferem estar bem próximas das entidades que ajudam: a creche do bairro ou a entidade que abriga deficientes físicos da própria cidade. Nesse caso, há uma vantagem. Você poderá verificar no dia-a-dia, como suas contribuições serão aplicadas. Outras pessoas acreditam que projetos em outros estados, como as famílias atingidas pela seca no Nordeste ou a destruição da Floresta Amazônica, são mais importantes. Entidades locais ou não, a escolha é sua.
4) Monte uma lista das entidades candidatas à doação
Esta etapa é a mais trabalhosa. Apesar de já ter em mente o perfil da instituição que pretende apoiar, é preciso definir uma. Para isso, comece com um levantamento de todas as entidades que se enquadram nas características traçadas anteriormente. Se você não tem idéia, visite o site www.filantropia.org ou consulte as registradas nos conselhos Municipal e Estadual. Estes últimos são órgãos, compostos por representantes do governo e pela população, que acompanham e auxiliam o trabalho de algumas entidades beneficentes.Normalmente, eles têm um material amplo sobre as instituições e suas atividades. No caso de crianças, há o Conselho da Criança e do Adolescente, que poderá oferecer informações. As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais podem ser uma referência para quem pretende ajudar esse grupo.O Gife também conta com uma página na Internet (www.gife.org.br) que reúne institutos, fundações e empresas que têm projetos em filantropia. Há uma ficha sobre cada uma delas disponível no site.
5) A visita às instituições pode ser fundamental para uma decisão correta
Depois da pesquisa, escolha duas ou três instituições que mais se adequam aos seus critérios e faça uma visita. "É muito eficaz verificar pessoalmente (olho no olho) como funciona a instituição e qual o estado de suas instalações", afirma Oded Grajew, presidente do Instituto Ethos e do Conselho de Administração da Fundação Abrinq. Descubra qual é a essência do trabalho desenvolvido. Por exemplo, numa creche, os dirigentes não devem apenas dizer quantas crianças abrigam, mas como o fazem, quais os projetos para incrementar as atividades ou as metas para ampliação do prédio onde está localizada. "O objetivo de uma instituição não lucrativa é melhorar a qualidade do seu serviço a cada dia", afirma Allison Fine, diretora executiva da Innovation Network, uma consultoria de entidades beneficentes de Washington, Estados Unidos.Peça também uma lista das pessoas que estão na linha de frente da entidade. Conheça melhor suas idéias e seus valores. Quanto mais você mantiver contato com essas pessoas, menos surpresas desagradáveis terá. Não tenha vergonha de pedir informações sobre as finanças da entidade. Pergunte se as contas são controladas por alguma auditoria periódica. Peça para dar uma olhada nos balanços. Se o trabalho for sério, a direção da entidade não terá problema algum em apresentar esses dados.
6) Desenvolva um trabalho em conjunto com a entidade
Definido o nome da instituição, é hora de você começar a trabalhar em parceria. Léo Voigt sugere que a entidade apresente um projeto por escrito para o qual seria destinada a doação. Um roteiro de como serão feitos os investimentos, qual o retorno que se espera do projeto, prazos etc. "Um dos principais erros cometidos atualmente pelas pessoas e empresas que fazem doações é que elas não se informam direito sobre o que será feito com o dinheiro e criam expectativas, muitas vezes, irrealistas. Acham que vão mudar o mundo", afirma Voigt. Em alguns casos, quando se sabe qual será o projeto beneficiado, é possível organizar um calendário de doações. Elas podem até ser realizadas em etapas e não de uma só vez.Além disso, ao ter em mãos um documento fica muito mais fácil cobrar depois.
7) Esteja atento aos resultados
Não pense que sua participação chegou ao fim. Se você desistir agora, pode pôr tudo a perder. Para qualquer doação ser eficaz, você precisa acompanhar os resultados. Para estar ligado, peça informes periódicos para a entidade. Dados como o número de pessoas beneficiadas pelo projeto, o que foi concluído e o que ainda falta. Dessa forma, você corre menos riscos de ver seu dinheiro aplicado em projetos ineficazes. "Se você faz uma doação para uma escola pobre, não quer ver seu dinheiro aplicado na reforma da sala do diretor, mas na compra de material didático para os alunos", diz Voigt.
8) Você não é o dono da bola só porque fez uma contribuição à entidade
Tenha cuidado para não inverter os papéis. Não é porque você fez uma doação para determinada entidade que poderá entrar lá e comandar tudo do seu jeito. "Esse é um dos equívocos mais comuns cometidos pelos colaboradores, que acabam se sentindo os donos do pedaço", afirma Oded Grajew, do Instituto Ethos. É preciso respeitar o trabalho da instituição e até ajudar com seu conhecimento ou experiência, mas sem mudar o que já é feito com eficiência.
9) Há Benefícios Financeiros?
Os benefícios financeiros de se fazer uma doação são irrisórios. Não há um programa eficaz de estímulo à filantropia no país. Uma das exceções é a cultura. Qualquer pessoa pode ajudar o financiamento de um projeto cultural e ter esse valor deduzido até 6% (pessoa física) e 4% (pessoa jurídica) do imposto a pagar. No caso dos filmes, a dedução é de até 3%. Quem ultrapassa esses limites não tem restituição sobre o excedente. Além da cultura, as doações ao fundo da Criança e do Adolescente também contam com benefício fiscal. O limite da dedução do imposto é de 6% para pessoa física e 1% para pessoa jurídica.
10) Talvez você possa ser um sócio-contribuinte
Você não tem tempo para fazer tudo isso. Sua carga horária no trabalho e com as atividades em casa está totalmente tomada. Você não tem condições de acompanhar os resultados do projeto e nem manter um contato mais próximo com a entidade. Há ainda uma última saída. Você pode tornar-se sócio-contribuinte. Nesse caso, você escolhe a entidade e faz doações periódicas. Nos fundos dos conselhos municipais e estaduais ou da Criança e do Adolescente, por exemplo, a própria comunidade realiza a fiscalização periódica sobre o destino das verbas recebidas. Não há necessidade de um acompanhamento mais intenso.
11) Seja voluntário
Você pode ainda contribuir com entidades beneficentes sem fazer doações em dinheiro. Seja um voluntário. Para isso, aproveite seu conhecimento ou experiência em determinada atividade e ponha isso em prática. "O voluntário de hoje pode ser o doador de amanhã", afirma Stephen Kanitz, organizador do Prêmio Bem Eficiente. Se você não souber por onde começar, na Internet (www.voluntarios.com.br) há uma lista de mais de 4 850 entidades que precisam de seu trabalho. É só dar um clique no seu mouse e pôr a mão na massa.

Veja a seguir algumas formas de fazer caridade e ajudar o próximo:
Doações em espécie
Primeiro, é preciso definir uma área que você deseja ajudar. Asilos, orfanatos, ONGs de proteção aos animais, ONG de preservação do meio ambiente, ONG que ajuda crianças com câncer etc. Há centenas de instituições de precisam de ajuda financeira para manter seus projetos. Escolha um – ou mais, se puder – deles e procure referências. Saiba sobre seu projeto, seus resultados e confirme se trata-se de uma instituição séria e honesta. Escolher um local na mesma cidade ou até mesmo bairro pode ser interessante, pois você tem como acompanhar de perto o trabalho realizado com o dinheiro que você e outras pessoas doaram. Algumas pessoas acreditam que projetos em outros estados, como as famílias atingidas pela seca no Nordeste ou a destruição da Floresta Amazônica, são mais importantes. Entidades locais ou não, a escolha é sua. Se você quer contribuir mas não tem ideia de onde, visite o site www.filantropia.org ou consulte as entidades registradas nos conselhos Municipal e Estadual. O Gife também conta com uma página na internet que reúne institutos, fundações e empresas que têm projetos em filantropia. Há uma ficha sobre cada uma delas disponível no site. O ideal é que se faça uma visita à instituição antes de fazer a doação, para ver pessoalmente o trabalho desenvolvido. Não tenha vergonha de pedir informações sobre as finanças da entidade. Pergunte se as contas são controladas por alguma auditoria periódica. Peça para dar uma olhada nos balanços. Se o trabalho for sério, a direção da entidade não terá problema algum em apresentar esses dados. Depois desses passos, é só escolher. Mas atenção: para qualquer doação ser eficaz, você precisa acompanhar os resultados. Para estar ligado, peça informes periódicos para a entidade.
Seja voluntário
Você pode ainda contribuir com entidades beneficentes sem fazer doações em dinheiro. Seja um voluntário. Para isso, aproveite seu conhecimento ou experiência em determinada atividade e ponha isso em prática. Muitas entidades precisam de voluntários para manter seus trabalhos. Como são sem fins lucrativos, não há como pagar funcionários. Por isso, ter pessoas dispostas a ajudar sem receber remuneração é vital para a sobrevivência desses projetos. Às vezes, nem é preciso fazer muito, basta dedicar algumas horas da sua semana para ajudar a instituição. Se você não souber por onde começar, no site Voluntários há uma lista de mais de 4 850 entidades que precisam de seu trabalho.
Doe roupas, objetos e alimentos
Pode ser roupas, calçados, roupas de cama, brinquedos, bichos de pelúcia etc. O importante é dar a quem precisa os itens que você não precisa mais. Não podemos ser egoístas a ponto de manter conosco um objeto ou roupa que não usamos mais há tempos, ou que está pequena no nosso corpo. Passe adiante e tenha certeza de que outras pessoas farão um ótimo uso de coisas que já foram suas. Agora no inverno, por exemplo, centenas de lugares fazem campanhas do agasalho para arrecadar roupas de frio para pessoas carentes. Faça a sua parte, doe o que não lhe serve mais. Mas não vale doar roupas rasgadas, mofadas ou em más condições de uso. Além disso, lave-as antes de doar e entregue-as em bom estado a uma instituição que esteja precisando. Em relação aos alimentos, você pode contribuir fixa ou periodicamente com algumas ONGs doando cestas básicas. São pequenas atitudes que não custam muita coisa para você e são de extrema importância na manutenção dessas instituições de caridade. Por isso, doe sempre o que puder!
Empreste a sua voz como cidadão
Existem tantas pessoas necessitadas e desfavorecidas no mundo que precisam se fazer ouvir, mas não conseguem. Dê a sua voz por essas pessoas – não precisa assumir a causa sozinho, mas você pode juntar-se a um grupo de apoio (como dos autistas, deficientes físicos, idosos etc), divulgar uma petição que necessita de assinaturas, escrever cartas às entidades oficiais, participar de manifestações ou vigílias etc. Ajudar o próximo também está no fato de conseguir para os desfavorecidos condições melhores de vida, dignidade e cidadania.
Ofereça um pouco do seu tempo
Crianças órfãs, idosos, dependentes químicos em tratamento, deficientes físicos e até mesmo os animais precisam de amor e atenção. Pessoas que precisam viver em instituições de caridade muitas vezes se sentem extremamente solitárias. Por isso, separar um dia por mês – ou, se puder, até mais – para visitar uma ONG, orfanato ou asilo e fazer simplesmente companhia às pessoas pode ser de uma importância inexplicável. Sente, converse, ouça suas histórias, compartilhe situações de sua própria vida, faça-os rir, brinque e dê alguns minutos de sua atenção. A felicidade proporcionada por gestos como este tem um poder incrível de transformar a vida das pessoas – sua e dos outros. Enquanto proporciona felicidade e amor ao próximo, eles poderão lhe proporcionar uma grande dose de satisfação, paz interior e maturidade.
Ensine
Utilize sua experiência para ensinar ao próximo (de instituições ou até mesmo alguém do seu bairro). Pode ser uma criança com dificuldades de aprendizado, um idoso com Alzheimer, alguém que não seja alfabetizado e tenha vontade de saber ler e escrever ou até mesmo alguém que queira aprender o esporte que você pratica. Dedique-se a transmitir seu conhecimento ao próximo e veja como essa experiência pode ser enriquecedora – para ambas as partes – e gratificante.
Console alguém que passe por um momento difícil
Quem está de luto, doente ou passando por qualquer outra dificuldade precisa sempre de um ombro amigo, palavras reconfortantes, um abraço forte, uma boa distração ou uma ajuda em casa ou em outras circunstâncias. Lembre-se que nós, seres humanos, somos extremamente vulneráveis aos percalços da vida. Por isso, ajude hoje quem precisa e tenha um bom amigo amanhã para você contar, caso precise.

Essas são apenas algumas dicas de como você pode praticar a caridade e ajudar o próximo. O importante é ajudar, do jeito que for possível. Do menor ao maior gesto, cada um deles faz muita diferença na vida de quem precisa.Praticar caridade é despertar para os valores espirituais em nossas vidas. É falar a linguagem do coração além das limitações impostas pelo egoísmo. É sentir o fluir da energia da bondade em nós em relação ao “outro”, e perceber nesta interrelação a essência de um mundo melhor.
Seja solidário e faça o bem para os outros e para você mesmo!


Como escolher uma instituição para fazer doações
Antes de fazer uma doação a uma instituição, seja ela de caridade ou uma ONG com ação social ou ambiental, é necessário que o interessado tome algumas precauções. Primeiramente, é importante saber se seu orçamento pessoal não será comprometido, no caso de doação em dinheiro, e depois, é preciso ter a certeza de que seu esforço valerá a pena, escolhendo uma instituição idônea com ações relevantes.
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Faça uma conta rápida sobre seu orçamento para saber se o dinheiro doado está dentro de suas possibilidades. Esse cálculo é importante até para que a contribuição possa ser feita por um prazo maior, o que aumenta muito a importância de sua ajuda. Se for o caso de uma contribuição de trabalho voluntário, faça o mesmo cálculo em relação ao tempo disposto para a contribuição sobre seu tempo livre.
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Após saber quanto de tempo ou dinheiro pode ser transformado em doação, é hora de direciona-los. Escolha o ramo de atividade que você gostaria de auxiliar, sendo que existem instituições que fazem trabalhos em várias áreas, desde educação, combate a fome, direito a moradia, até preservação ambiental e fiscalização de órgãos públicos.
3
Ao escolher a área de atuação, procure uma instituição idônea na qual sua doação será bem aproveitada. Para saber isso, é importante que se faça uma pesquisa sobre a organização para constatar se ela é considerada de interesse público por alguma esfera governamental. Várias organizações oferecem cadastros de ONGs para consulta como o Instituto Brasileiro do Terceiro Setor (IBTS), a Associação Brasileira de ONGs (ABONG) e o Ministério da Justiça, que oferece em seu site pesquisa gratuita de entidades consideradas OSCIPs (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público).
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Acima de tudo, é interessante que o doador presencie o trabalho da instituição, o que proporciona, inclusive, conhecer quais são as reais necessidades dela. Também é um modo de saber quais as pessoas por trás da instituição, seu público alvo e se o trabalho realmente é útil. Além disso, procure estar por dentro da prestação de contas da entidade, tanto financeira como relacionada à sua atuação na sociedade e os resultados de suas intervenções.
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Escolher uma instituição séria para fazer sua doação é também um ato de cidadania, pois, além de alocar seus recursos em um projeto de relevância pra sociedade, inibe as entidades com interesses menos nobres de se aproveitarem das boas intenções de pessoas que querem ajudar, desviando, assim, recursos de quem realmente precisa.

Como funciona uma instituição de caridade
Uma instituição de caridade funciona com recursos capitados por diversas formas de doações feitas por empresas, pessoas físicas, entre outros. Existem vários tipos de instituições com essa finalidade de fazer o bem a outras pessoas, como por exemplo, instituições que distribuem agasalhos para os moradores de rua no inverno, que distribuem cestas básicas no natal, que levam comida a moradores de rua durante os dias e muitas outras. Algumas instituições são pequenas como essas, mas existem outras como o instituto de tratamento de crianças com câncer. Algumas dessas instituições recebem verbas do governo federal, outras vivem as custas de doações.
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Existem muitas pessoas que desejam fazer o bem a outros, porém não sabem como proceder ou ficam com medo de ajudar uma instituição que não repasse aquilo que ele doou para o próximo. Infelizmente, pessoas de má caráter existem em qualquer lugar, e aqui não é diferente. Procure saber qual a razão social da instituição que você deseja ajudar, o que ela faz, o dia-a-dia, faça visitas e acompanhe o seu trabalho, procure saber também se a instituição já passou por algum tipo de investigação e afins antes de dar seu dinheiro para mãos erradas ao invés de doar para aqueles que realmente querem fazer algo para melhorar a condição de vidas de algumas pessoas. Lembrando que fazer doações a instituições sérias deduz o doado do seu imposto de renda.
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Uma instituição funciona igual uma empresa normal, tem sua parte administrativa, que cuida das finanças, papeladas de burocracia necessária, planejamento de ações, organização da instituição, capitação de recursos para projetos e para a manutenção da instituição. Tem a parte que prática tudo o que foi planejado, normalmente formado por voluntários dos projetos da instituição, como exemplo, as pessoas que saem as ruas de noite em grandes cidades para distribuir comida para os moradores de rua.
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Uma instituição de caridade , que seja séria e transparente, consegue capitar recursos dos mais variados tipos de empresas, pois estas se preocupam com a sua imagem e credibilidade e associadas a esses projetos passam uma imagem benéfica para seus consumidores, mas também necessitam da ajuda de todos nós, se cada um fizer por onde em ajudar o próximo podemos fazer não só do nosso país, como o mundo um lugar melhor para se viver, com menor desigualdade e está e o principal foco das instituições, fazer a vida daqueles que eles ajudam ser um pouco melhor.


Como reconhecer uma instituição de caridade idônea
Para reconhecer uma instituição de caridade ou uma ONG idônea é importante que se faça uma pesquisa minuciosa sobre a entidade em questão, seus diretores e seus projetos. Há inúmeras formas de se fazer isso, desde certidões que se pode emitir gratuitamente via internet, até a verificação junto a cartórios, tribunais, e mesmo junto à instituição, requisitando documentos e comprovantes de sua regularidade.
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Deve-se verificar com a própria entidade, seu estatuto social, que é onde estão as informações sobre o funcionamento dela, a composição de sua diretoria e como funciona seu financiamento (de onde vem e pra onde vai o dinheiro arrecadado). É preciso verificar se o estatuto está registrado em um Cartório Civil de Pessoas Jurídicas, pois só assim ele possui validade. Outro ponto a ser verificado no estatuto, é a destinação do patrimônio em caso de dissolução da entidade. Desconfie se houver excessos ou centralizações demais em poucos nomes.
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Busque por certidões de regularidade fiscal da instituição. Para consegui-las, na maioria dos casos basta o número de inscrição no CNPJ, que também deve ser confirmado, inclusive com a conferência dos dados em todos os documentos. As certidões de tributos federais devem ser emitidas pelo site da Receita Federal, a certidão de tributos estaduais, relativas ao ICMS, nos sites das fazendas estaduais, e as de tributos municipais, relativas ao ISS, nos sites das fazendas municipais. Caso não haja opção de emissão pelo site, as certidões podem ser obtidas pessoalmente nas Secretarias estaduais ou municipais. Há, ainda, a certidão relativa a débitos do FGTS, que podem indicar irregularidades trabalhistas e é acessada pelo site da Caixa Econômica Federal, e a certidão Negativa de Falência e Recuperação Judicial, emitida pelo distribuidor judicial da comarca em que a entidade tem sede.
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É interessante, também, verificar se a entidade possui alguma certificação ou título concedido por alguma entidade governamental. Se a instituição as tem, é um bom sinal, pois elas exigem auditorias e prestações de contas para manterem um ente em seus cadastros. Uma maneira fácil e pesquisar no site do Ministério da Justiça se a entidade está cadastrada como OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). Esse cadastro é anual e para renová-lo a instituição deve apresentar sua prestação de contas. Há, ainda, no site do Conselho Nacional de Assistência Social, uma relação de empresas que receberam o Certificado Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), que anteriormente era concedido pelo Conselho. A lista é de 2009, mas pode servir como referência para outras consultas.
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Antes de tudo, conheça o trabalho da instituição ou projeto a ser implantado. De nada adianta escolher uma entidade que está em dia com suas contas, mas que o trabalho é mal feito, sem a qualificação técnica necessária. A idoneidade de uma instituição também se verifica por seu trabalho. Pesquise e participe de um pequeno projeto conjunto antes de aumentar seu envolvimento conhecendo, assim, a qualidade e eficiência da ação da entidade e sua idoneidade no trato com a sociedade.




Como fazer parte de uma instituição de caridade
Existem diversos tipos de instituições de caridade no mundo todo, estas instituições tentam torna a vida das pessoas melhores, promovendo ações em diversas camadas da sociedade e tentando diminuir a desigualdade existente no atual mundo capitalista. Se você está disposto a ajudar as pessoas, sem obter nenhum lucro com isso, ou a fazer doações para as mesmas, sendo que doações para instituições transparentes são deduzidas do seu imposto de renda, você deve chegar de peito aberto pois verá uma outra realidade que não é através das câmeras ou através dos noticiários, normalmente falta-se voluntários em diversos tipos de projetos destas instituições, se você se encaixa em um, tem o comprometimento necessário para entrar no mesmo e tempo livre, faça o bem ao próximo , que não lhe custa nada.
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Você pode atuar em diversos tipos de setores de uma instituição, desde o setor de organização, ou administração, finanças, promovendo os projetos, capitando recursos, é vasto os ramos de atuações e é claro que dependem de quanto tempo você tem disponível e da área que você melhor pode atuar. Antes de procurar a instituição que você quer fazer parte, procure saber a sua área de atuação, o que ela faz, quem participa, visite-a, faça um teste como voluntário por uma pequena parcela de tempo, veja os projetos da instituição, no que ela mais se encaixa com o perfil, a razão social da mesma, o que falta de material humano, em que áreas é mais escassa este material humano.
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Primeiramente, você precisa escolher em que tipo de instituição você quer fazer parte, se deseja ajudar moradores de rua, crianças com câncer, a que melhor se encaixa com o seu perfil , tanto pessoal como profissional, para assim você poder ajudar melhor e mais satisfeito a instituição, lembre-se que todo o trabalho é voluntário, não se visa o lucro nestas instituições, se você encontrou uma desse tipo, gaste seu tempo com outra, pois está não é de um caráter muito sólido.
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Após ter feito a pesquisa sobre a instituição que você deseja entrar, a ter visitado, mostrado seu interesse em participar da mesma, ver em que parte você trabalhará e conversado com as pessoas da instituição e se encaixado em algo que você poderá fazer de melhor na instituição, é só se inscrever , em praticamente todas as inscrição é simples , basta você comparecer na mesma, dizer que quer ser voluntário, mas tenha comprometimento, isto é uma causa nobre.



Como separar as roupas para doar
A doação é um ato muito nobre e praticado por diversas culturas em todo mundo. Algumas culturas necessitam mais que outras, principalmente devido as suas condições sociais. O mais importante é que se priorize os mais necessitados, seja de qual cultura for, pensando sempre no bem na humanidade.
Muitos não tem o hábito de doar roupas, entre outros objetos. Algumas pessoas nem sequer pensam nessa possibilidade quando se deparam com suas casas sem espaço, ou o armário precisando de renovação. Outras, entretanto, realizam doações com frequência encaminham à diversas entidades, que as recebem com muita satisfação.
Por questão de solidariedade e até de humanismo, segue um guia prático de como separar roupas para doação.
-Coisas que você precisa
Transporte (Público ou Privado) para levar as roupas
-Roupas
Meio de pesquisa (Internet, Lista telefônica, outros)
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Pesquise sobre instituições de caridade ou campanhas, para encaminhar a doação.
Realize a pesquisa através da internet, em fóruns ou sites especializados.
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Limpe e organize o seu armário, separando as roupas que utiliza com menos frequência.
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Reveja as roupas que separou e defina as que irão para doação.
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Separe as roupas a serem doadas, por tipo. Ou seja, bermudas, calças, camisas, camisetas, acessórios, entre outros.
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Coloque as roupas em sacolas separadas. Caso prefira, coloque em apenas uma caixa ou sacola.
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Faça a doação pessoalmente e terá uma grande satisfação.
Caso prefira, realize a doação através de campanhas e sem sair de casa (algum voluntário poderá retirar a doação).
Dicas e AVISOS
A doação pode ser feita para algum conhecido, eliminando a obrigatoriedade da pesquisa de instituições carentes ou campanhas.



Como doar sangue
Doar sangue é uma ação de generosidade. Muitos hospitais necessitam de doação e ela é sempre bem-vinda independente de quem seja. Ao doar sangue, você pode salvar inumeras vidas de pessoas com diversos tipos de doenças e que tenham passado por acidentes. Doe sangue!
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Para doar sangue é fácil. Basta ir a algum hospital e seguir as orientações.
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Há alguns requisitos para a doação de sangue. As regras estipuladas obedecem as normas nacionais e internacionais de segurança do sangue, do Ministério da Saúde, da Associação Americana e do Conselho Europeu de Bancos de Sangue, visando a proteção de quem doa e de quem recebe.
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Tais exigências são:
Estar em boas condições de saúde (se souber que está doente, indisposto ou possui algum agente infectoso, pede-se que não doe!)
Ter entre 16 e 67 anos (menores de idade devem estar atentos a autorizações e outras exigências requeridas)
Pesar no mínimo 50 kg
Estar descansado (ter dormido, ao menos, seis horas nas passadas 24H)
Estar alimentado (evitar comidas gordurosas pelo menos 4 horas antes da doação)
Apresentar documento oficial com foto emitido por algum órgão oficial (RG, Carteira de trabalho, etc)
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Impedimentos temporários:
Febre
Gripe (é necessário aguardar sete dias após o desaparecimento dos sintomas)
Gravidez
Pós parto (90 dias para parto normal e 180 para parto de cesariana)
Amamentação (se o parto ocorreu há menos de um ano)
Ingestão de bebidas alcoólicas em um período de doze horas antes da doação
Tatuagem nos últimos doze meses
Perigo de obtenção de doença sexual tranmissível (DST)
O uso de alguns medicamentos ou possível contato com alguma doença, como a malária, ou áreas de risco.
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Impedimentos definitivos:
Contração de Hepatite após 11 anos de idade
Doenças transmissíveis como: Aids, Hepatite B e C, Doeça de Chagas, entre outras
Malária
Uso de drogas ilícitas injetáveis
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Intervalos para doação:
Homens: No máximo 4 vezes ao ano com intervalo de 60 dias.
Mulheres: No máximo 3 vezes ao ano com intervalo de 90 dias.
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Recomenda-se, após a doação:
Evitar esforços físicos exagerados por 12 horas
Aumentar a ingestão de líquidos
Repouso
Evitar fumar por pelo menos 2 horas após a doação
Evitar bebidas alcoólicas por 12 horas
Manter o curativo no local po 4 horas
Não dirigir veículos de grande porte , trabalhar em andaimes, ou qualquer outra atividade que possa por sua vida em risco.